Fisioterapia Hospitalar
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O Serviço de Fisioterapia Hospitalar do Hospital e Maternidade São Marcos atua nas principais áreas de concentração da Fisioterapia Hospitalar, desde 1996. Atendemos pacientes nas unidades de terapia intensiva (UTI) e na unidade de internação. |
A Equipe de
Fisioterapia também participa do Curso de Gestantes do
Hospital e Maternidade São Marcos orientando as gestantes
sobre as adaptações às novas
condições físicas da
gestação.
Fisioterapia Hospitalar: Fator de Prevenção e Tratamento em Pacientes Hospitalizados
Em pacientes hospitalizados é comum o aparecimento de alterações decorrentes da imobilidade prolongada a que são submetidos. Normalmente os sistemas respiratórios, cardiovascular e neurológico dos pacientes são afetados podendo, inclusive, acarretar problemas mais graves, como pneumonias, tromboses, etc.
Em um hospital a fisioterapia hospitalar é de fundamental importância, pois existem vários distúrbios que necessitam da fisioterapia para a recuperação do paciente. A fisioterapia hospitalar trabalha em sintonia com a equipe multidisciplinar, o fisioterapeuta é o responsável pela avaliação, elaboração e execução do tratamento dos mais diversos tipos de pacientes, como os pós-cirúrgicos, transplantados, ortopédicos, neurológicos, ou clínicos, nos quais se trabalha dois aspectos: respiratório que é uma das prováveis causas de complicação e o motor que se deteriora rapidamente ao longo de uma internação mais prolongada.
É a intervenção no âmbito da fisioterapia, que utiliza estratégias, meios e técnicas de avaliação e tratamento, não-invasivas, que têm como objetivo a otimização do transporte de oxigênio, contribuindo assim para prevenir, reverter ou minimizar disfunções a esse nível, promovendo a máxima funcionalidade e qualidade de vida dos pacientes.
No sistema respiratório a imobilização continuada promove uma diminuição da força de seus músculos. Em decorrência disso, a capacidade e o volume pulmonar são alterados e a difusão alvéolo capilar sofre modificação, prejudicando o bom desenvolvimento do sistema.
O cuidado com o paciente independe da idade, contudo pacientes idosos necessitam de atenção especial. A idade aumenta o risco de morbidade e mortalidade, em decorrência da natural deterioração das funções pulmonares e cardiovasculares. É comum que pacientes idosos apresentem rigidez na caixa torácica com alterações da mecânica respiratória, deficiência do reflexo de tosse o que leva a um maior risco de infecções respiratórias.
Pacientes submetidos a cirurgias torácica, abdominal superior, portadores de doenças pulmonares, obesos, maiores de 70 anos e aqueles com histórico de fumo são candidatos à avaliação e acompanhamento no pré e pós-operatório. No pós-operatório o objetivo da fisioterapia, "é prevenir atelectasias, ou seja, falta de dilatação dos pulmões (principal causa de febre nas primeiras 48 horas após a cirurgia) e infecções respiratórias". Essa prevenção é feita através do aumento da capacidade residual funcional do paciente.
Um trabalho de fisioterapia bem feito, tanto no pré como no pós operatório, poderá significar a diferença entre um resultado de tratamento mal sucedido para um bem sucedido.
Nas UTI’s, o fisioterapeuta atuante na fisioterapia hospitalar é quem realiza toda a assistência respiratória, e em parceria com os demais profissionais como médicos e enfermeiros, decide e executa diversas etapas do tratamento ao doente crítico da admissão até a alta.
Aqui a fisioterapia hospitalar é importante na prevenção de complicações pulmonares e nas alterações mecânicas e funcionais do sistema respiratório, de pacientes cirúrgicos e clínicos. A fisioterapia na UTI também constitui um recurso terapêutico eficiente para tratamento e manejo dos pacientes submetidos à ventilação mecânica. Com isso, pretende-se reduzir o tempo de estadia nas UTI’s e internação hospitalar, evitar as complicações provenientes da restrição prolongada no leito, prevenir e tratar as complicações respiratórias e motoras em pós operatórios, dar apoio emocional, promover uma readaptação do paciente frente às incapacitações apresentadas a sua nova vida e proporcionar ao paciente o restabelecimento da saúde nas melhores condições possíveis para alta hospitalar.
A UTI do Hospital e Maternidade São Marcos conta com fisioterapeutas especializados em fisioterapia pneumofuncional, que atuam em conjunto com médicos, enfermeiros e psicólogos, formando uma equipe multidisciplinar.
Todos pacientes internados são avaliados diariamente pelo fisioterapeuta e, então, o tratamento é iniciado até a alta da UTI; nos quartos, é dada continuidade ao tratamento fisioterápico até a alta hospitalar. São realizados exercícios respiratórios para desobstrução brônquica e expansão pulmonar como padrões respiratórios, manobras torácicas, associados ou não a incentivadores respiratórios (Respiron) e aspiração traqueal, quando necessário.
Na UTI, a fisioterapia respiratória tem um caráter mais dinâmico e objetivos diferentes. Auxilia na manutenção das funções vitais, através da prevenção e/ou tratamento das doenças cardio-pulmonares, circulatórias, reduzindo assim a chance de possíveis complicações e o tempo de ocupação do leito. Cabe também ao fisioterapeuta que atua na fisioterapia respiratória, na admissão do paciente em UTI, adequar o suporte ventilatório necessário, através da instalação imediata de oxigenoterapia e ventilação mecânica.
A cinesioterapia motora, importantíssima para os pacientes, é constituída de exercícios passivos, ativos e resistidos para os membros superiores e inferiores.
Além da fisioterapia respiratória e motora realizada duas vezes ao dia, o fisioterapeuta é responsável pelo posicionamento funcional no leito e no auxílio do desmame da ventilação mecânica.
Os profissionais da Fisioterapia que hoje atuam nas UTI’s, sem dúvida alguma , deram uma visão mais humana a essa modalidade de assistência. Com uma visão no futuro e sabendo da importância do ser humano se sentir útil, estes profissionais transformam em esperança o que não é mais possível ou alcançável, investem no ser humano e potencializam sua capacidade de superar adversidades.
Com seu saber esse profissionais atuantes na fisioterapia hospitalar reduzem o tempo de internação dos pacientes nas UTIs, diminuem a incidência e a gravidade de seqüelas, formulam estratégias de intervenção. Com suas mãos, humanizam a assistência através do toque.
A fisioterapia hospitalar nos quartos atua em todos os pacientes internados, após solicitação do médico responsável. Em seguida, o paciente é submetido a avaliação fisioterápica, e caso não apresente qualquer contra-indicação, o tratamento é iniciado, utilizando recursos manuais e mecânicos. O atendimento é feito, na maioria dos pacientes, duas vezes ao dia, sendo realizada a fisioterapia motora e respiratória.
〉 Prevenir efeitos deletérios da imobilidade prolongada no leito;
〉 Prevenir tromboembolismo;
〉 Prevenir e tratar diminuição de força muscular e de amplitude de movimento articular;
〉 Incentivar a deambulação precoce, ou seja, retirar o paciente do leito o mais rápido possível;
〉 Treinar as atividades da vida diária (AVD`S);
〉 Reduzir o tempo de internação;
〉 Orientar o paciente e familiares.
〉 Pré e Pós-operatório de cirurgias torácica, abdominal, ortopédica e neurológica;
〉 Doenças neurológicas: Acidente Vascular Encefálico – AVE (derrame), Alzheimer, Doença de Parkinson;
〉 Doenças cardíacas: Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), Insuficiência cardíaca;
〉 Doenças renais: Insuficiência renal crônica;
〉 Doenças pulmonares: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), Asma, Pneumonia;
〉 Traumatismo: TCE.
A fisioterapia hospitalar constitui um recurso terapêutico fundamental para os pacientes internados e tem como objetivo reduzir o tempo de internação, prevenindo e reduzindo os riscos de complicações respiratórias e/ou motoras.
Fisioterapia Hospitalar: Fator de Prevenção e Tratamento em Pacientes Hospitalizados
Em pacientes hospitalizados é comum o aparecimento de alterações decorrentes da imobilidade prolongada a que são submetidos. Normalmente os sistemas respiratórios, cardiovascular e neurológico dos pacientes são afetados podendo, inclusive, acarretar problemas mais graves, como pneumonias, tromboses, etc.
Em um hospital a fisioterapia hospitalar é de fundamental importância, pois existem vários distúrbios que necessitam da fisioterapia para a recuperação do paciente. A fisioterapia hospitalar trabalha em sintonia com a equipe multidisciplinar, o fisioterapeuta é o responsável pela avaliação, elaboração e execução do tratamento dos mais diversos tipos de pacientes, como os pós-cirúrgicos, transplantados, ortopédicos, neurológicos, ou clínicos, nos quais se trabalha dois aspectos: respiratório que é uma das prováveis causas de complicação e o motor que se deteriora rapidamente ao longo de uma internação mais prolongada.
Fisioterapia Respiratória
É a intervenção no âmbito da fisioterapia, que utiliza estratégias, meios e técnicas de avaliação e tratamento, não-invasivas, que têm como objetivo a otimização do transporte de oxigênio, contribuindo assim para prevenir, reverter ou minimizar disfunções a esse nível, promovendo a máxima funcionalidade e qualidade de vida dos pacientes.
No sistema respiratório a imobilização continuada promove uma diminuição da força de seus músculos. Em decorrência disso, a capacidade e o volume pulmonar são alterados e a difusão alvéolo capilar sofre modificação, prejudicando o bom desenvolvimento do sistema.
Idosos
O cuidado com o paciente independe da idade, contudo pacientes idosos necessitam de atenção especial. A idade aumenta o risco de morbidade e mortalidade, em decorrência da natural deterioração das funções pulmonares e cardiovasculares. É comum que pacientes idosos apresentem rigidez na caixa torácica com alterações da mecânica respiratória, deficiência do reflexo de tosse o que leva a um maior risco de infecções respiratórias.
Cirurgias
Pacientes submetidos a cirurgias torácica, abdominal superior, portadores de doenças pulmonares, obesos, maiores de 70 anos e aqueles com histórico de fumo são candidatos à avaliação e acompanhamento no pré e pós-operatório. No pós-operatório o objetivo da fisioterapia, "é prevenir atelectasias, ou seja, falta de dilatação dos pulmões (principal causa de febre nas primeiras 48 horas após a cirurgia) e infecções respiratórias". Essa prevenção é feita através do aumento da capacidade residual funcional do paciente.
Um trabalho de fisioterapia bem feito, tanto no pré como no pós operatório, poderá significar a diferença entre um resultado de tratamento mal sucedido para um bem sucedido.
Unidade de Terapia Intensiva Adulta (UTI-A)
Nas UTI’s, o fisioterapeuta atuante na fisioterapia hospitalar é quem realiza toda a assistência respiratória, e em parceria com os demais profissionais como médicos e enfermeiros, decide e executa diversas etapas do tratamento ao doente crítico da admissão até a alta.
Aqui a fisioterapia hospitalar é importante na prevenção de complicações pulmonares e nas alterações mecânicas e funcionais do sistema respiratório, de pacientes cirúrgicos e clínicos. A fisioterapia na UTI também constitui um recurso terapêutico eficiente para tratamento e manejo dos pacientes submetidos à ventilação mecânica. Com isso, pretende-se reduzir o tempo de estadia nas UTI’s e internação hospitalar, evitar as complicações provenientes da restrição prolongada no leito, prevenir e tratar as complicações respiratórias e motoras em pós operatórios, dar apoio emocional, promover uma readaptação do paciente frente às incapacitações apresentadas a sua nova vida e proporcionar ao paciente o restabelecimento da saúde nas melhores condições possíveis para alta hospitalar.
A UTI do Hospital e Maternidade São Marcos conta com fisioterapeutas especializados em fisioterapia pneumofuncional, que atuam em conjunto com médicos, enfermeiros e psicólogos, formando uma equipe multidisciplinar.
Todos pacientes internados são avaliados diariamente pelo fisioterapeuta e, então, o tratamento é iniciado até a alta da UTI; nos quartos, é dada continuidade ao tratamento fisioterápico até a alta hospitalar. São realizados exercícios respiratórios para desobstrução brônquica e expansão pulmonar como padrões respiratórios, manobras torácicas, associados ou não a incentivadores respiratórios (Respiron) e aspiração traqueal, quando necessário.
Na UTI, a fisioterapia respiratória tem um caráter mais dinâmico e objetivos diferentes. Auxilia na manutenção das funções vitais, através da prevenção e/ou tratamento das doenças cardio-pulmonares, circulatórias, reduzindo assim a chance de possíveis complicações e o tempo de ocupação do leito. Cabe também ao fisioterapeuta que atua na fisioterapia respiratória, na admissão do paciente em UTI, adequar o suporte ventilatório necessário, através da instalação imediata de oxigenoterapia e ventilação mecânica.
A cinesioterapia motora, importantíssima para os pacientes, é constituída de exercícios passivos, ativos e resistidos para os membros superiores e inferiores.
Além da fisioterapia respiratória e motora realizada duas vezes ao dia, o fisioterapeuta é responsável pelo posicionamento funcional no leito e no auxílio do desmame da ventilação mecânica.
Os profissionais da Fisioterapia que hoje atuam nas UTI’s, sem dúvida alguma , deram uma visão mais humana a essa modalidade de assistência. Com uma visão no futuro e sabendo da importância do ser humano se sentir útil, estes profissionais transformam em esperança o que não é mais possível ou alcançável, investem no ser humano e potencializam sua capacidade de superar adversidades.
Com seu saber esse profissionais atuantes na fisioterapia hospitalar reduzem o tempo de internação dos pacientes nas UTIs, diminuem a incidência e a gravidade de seqüelas, formulam estratégias de intervenção. Com suas mãos, humanizam a assistência através do toque.
Unidade de Internação
A fisioterapia hospitalar nos quartos atua em todos os pacientes internados, após solicitação do médico responsável. Em seguida, o paciente é submetido a avaliação fisioterápica, e caso não apresente qualquer contra-indicação, o tratamento é iniciado, utilizando recursos manuais e mecânicos. O atendimento é feito, na maioria dos pacientes, duas vezes ao dia, sendo realizada a fisioterapia motora e respiratória.
Quais são os objetivos do tratamento ?
〉 Prevenir efeitos deletérios da imobilidade prolongada no leito;
〉 Prevenir tromboembolismo;
〉 Prevenir e tratar diminuição de força muscular e de amplitude de movimento articular;
〉 Incentivar a deambulação precoce, ou seja, retirar o paciente do leito o mais rápido possível;
〉 Treinar as atividades da vida diária (AVD`S);
〉 Reduzir o tempo de internação;
〉 Orientar o paciente e familiares.
Quais são os casos indicados ?
〉 Pré e Pós-operatório de cirurgias torácica, abdominal, ortopédica e neurológica;
〉 Doenças neurológicas: Acidente Vascular Encefálico – AVE (derrame), Alzheimer, Doença de Parkinson;
〉 Doenças cardíacas: Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), Insuficiência cardíaca;
〉 Doenças renais: Insuficiência renal crônica;
〉 Doenças pulmonares: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), Asma, Pneumonia;
〉 Traumatismo: TCE.
A fisioterapia hospitalar constitui um recurso terapêutico fundamental para os pacientes internados e tem como objetivo reduzir o tempo de internação, prevenindo e reduzindo os riscos de complicações respiratórias e/ou motoras.


