C.I.H.D.O.T.T.
C.I.H.D.O.T.T. - Comissão Intra Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante.
Coordenação: Dr. Marcio Portugal Trindade Cartacho CRM 20.412
Vice-coordenação: Evelin Aparecida Duarte COREN 80.713
Secretária: Carolina Gonçalves Cardoso Pereira CRP 08/10816
Responsável Técnico: Dr. Tomé Silveira Ferreira CRM 10.402
Equipe de Apoio: Dr. Tomé Silveira Ferreira CRM 10.402
Ediene Alison Borges Zequim
Está comissão foi instituída por ato formal da direção deste hospital,e é composta por uma equipe multidisciplinar (enfermeiros, médicos, psicólogo).
Coordenamos:
-
- o processo de captação de órgãos;
-
- identificação das potenciais doadores;
-
- abordagem de seus familiares;
-
- articulação do hospital com a respectiva Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO) e
-
- por fim viabilizamos uma ampliação qualitativa e quantitativa na captação de órgãos.
Portaria 1752 de 23 de setembro de 2005, determina que todos os hospitais públicos, privados e filantrópicos com mais de 80 leitos devem constituir CIHDOTT.
A doação de órgãos é um ato pelo qual você manifesta à vontade de que a partir do momento de sua morte, uma ou mais partes do seu corpo (órgãos e tecidos), em condições de serem aproveitadas para transplante, possam ajudar outras pessoas. Para ser doador basta comunicar a sua família o seu desejo.
Quando Podemos Doar?
Em geral nos tornamos doadores quando ocorre Morte Encefálica, que significa à morte da pessoa. É uma lesão irrecuperável do cérebro, após traumatismo craniano grave, tumor intracraniano ou derrame cerebral, ou seja é a interrupção definitiva e irreversível de todas as atividades cerebrais. Para que ela seja confirmada é necessário o diagnóstico de pelo menos, dois médicos, sendo um deles neurologista, mais os exames complementares. Só então a morte encefálica pode ser confirmada.
Como Funciona o Sistema de Captação?
Após o diagnóstico de morte encefálica e a Central de Transplante é notificada. A Central localiza e entra em entendimento com a família do doador e pede seu consentimento mesmo que a pessoa tenha manifestado em vida o desejo de doar. O doador é submetido a uma bateria de exames para verificar se não possui doença que possam comprometer o transplante (Hepatite, AIDS, etc.). Concluindo o processo positivamente a Central de Transplante faz um cruzamento de compatibilidade com os pacientes em lista de espera, identifica um receptor e aciona as equipes de captação e de transplante.
Muitas vezes o transplante de órgãos é a única saída para uma pessoa sobreviver, com o desenvolvimento da ciência, a maioria dos transplantes marca o início de uma vida normal e saudável. São histórias de sucesso que só são possíveis de acontecer graças a solidariedade de doadores, que entendem que doar e doar vida.
Para Lembrar de Mim
“ Dê meus olhos ao homem que nunca viu o sol nascer,nem o rosto de uma criança ou o amor nos olhos de uma mulher...
Dê meu coração a uma pessoa cujo coração nada lhe deu, a não ser dias de desespero, angústia e dor...
Dê meu s rins e alguém que depende de uma máquina para continuar sua existência aqui nesta terra...
Tome meus ossos, cada músculo, cada fibra e nervo do meu corpo e encontre um jeito de fazer andar uma criança que nunca andou...
E se tiverem que queimar algo meu, deixo que sejam meus pecados, minhas omissões, minhas faltas, minhas fraquezas...
E, se por acaso, quiserem lembrar de mim, faço isso através de um gesto gentil, ou uma palavra de amor e alguém que necessite de você...
Se você fizer tudo isso que pedi certamente terei feito na minha morte o que não fiz em toda a minha vida...”
Doador Anônimo

